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Food truck é opção de gastronomia da Expofeira Agronegócios
A Praça de Alimentação da Expofeira Agronegócios 2016, aberta na tarde deste domingo (18) no Parque Henrique Vieira de Melo, em João Pessoa, nessa versão, tem como destaque a presença de 12 food trucks, que oferecem produtos que vão desde churrasquinhos, pasteis, sucos naturais até lanche com carne desfiada.

A área com 500 metros quadrados está sob reponsabilidade do Sebrae da Paraíba, por meio da gestora de Turismo, Regina Amorim, que organizou o espaço do food truck apostando no novo modelo de alimentação fora de casa, mas, sobretudo, com preços acessíveis para o público que estará prestigiando o evento até domingo (25).

A proposta foi bem assimilada pelos empresários, que cobram preços abaixo do mercado nas ruas da capital paraibana. Mas, segundo o empresário Daniel Falcão, do Empório das Coxinhas, o food truck se caracteriza por comida gourmet, mais estilizada. Nos produtos oferecidos na Expofeira, nem todos os ingredientes estão presentes, para baratear o valor final.

Daniel Falcão, que comercializa coxinhas com três tipos de massas diferentes, que custam de R4 5 a R$ 7, tem um cardápio com 26 sabores, dos quais seis doces. Há três anos na atividade, o empresário também tem uma clientela formada por lojas e lanchonetes. O truck dele circula por quatro pontos da cidade, além de Campina Grande (PB) e Recife (PE), com perspectiva de investimento em Natal (RN).

Segundo Falcão, são comercializadas cerca de 10 mil unidades de coxinhas por mês, das quais 6 mil apenas em João Pessoa, onde circula pelos bairros de Manaíra, Cabo Branco e Bancários.

Já o produto mais comercializado na A Kombi, um food truck que está no mercado há quase dois anos, são os waffers salgados de queijo parmesão e gorgonzola, com preços que variam de R$ 10 e R$ 15. Almir Mendes, que está à frente do empreendimento enquanto a filha Juliana Priscila retorna do Chile, disse que, além de atuar nas ruas da cidade, a Kombi participa de festas e eventos, com bom retorno de vendas. Os agendamentos são feitos basicamente pelas redes sociais.

Quando retornar do Chile, segundo Mendes, a Kombi irá oferecer um novo produto aos clientes: uma massa de milho que não contém leite. A receita ele ainda não pode antecipar, mas a filha sempre procura inovar e buscar elementos no cardápio que atendem todas as tendências gastronômicas.

Essa característica, inclusive, é o que vem sendo aplicada pela família do empresário Alan Ramaccini, que decidiu trocar a agitada São Paulo por João Pessoa, após visitar o filho que estuda Engenharia da Computação pela Universidade Federal da Paraíba. Chegou com a esposa e uma amiga, sua sócia, e abriu o Sampa Food Truck há dois meses e meio, com bastante sucesso.

Alan disse que trouxe de São Paulo um dos produtos mais populares e exclusivo na Capital paraibana, o sanduíche com carne desfiada. No cardápio oferecido na Expofeira estão o Boi Bom, Frangolino e o Big Pig (Grande Porco), com preços que variam de R$ 8 a R$ 9. Esses valores dobram com as vendas nas ruas. De acordo com o empresário, o consumidor paraibano ainda não assimilou muito bem a proposta dos foods trucks.

O investimento médio nesse tipo de comércio de alimentação fora de casa gira em torno de R$ 80 mil a R$ 100 mil, conforme o tamanho do veículo e o produto oferecido. Nem todos são especialistas em gastronomia, mas, de acordo com Márcio Cavalcanti, proprietário do food truck Gelato Amaro, já existe uma discussão com o Sebrae para a formação de um curso de manipulação de alimentos.

Cavalcanti disse que atualmente existem em atividade 48 empresários oficialmente registrados na Prefeitura de João Pessoa atendendo os parâmetros da Anvisa (Agência de Vigilância Sanitária). Para atender esses parâmetros, o empresário disse que é necessário um investimento mínimo de R$ 40 mil. Para o mercado local, ele acredita que o número de food truck já é mais do que suficiente.

Todos os empresários ouvidos pela reportagem no tarde-noite deste domingo (18) foram unânimes em afirmar que a regulamentação dessa atividade é urgente e necessária. Diferente da proposta dos Estados Unidos, citado como o berço do food truck, onde a atividade surgiu durante uma forte crise econômica, no Brasil, o incremento da tendência gourmet tornou os produtos um pouco distante do bolso do consumidor.

Cavalcanti admite que os preços são relativamente elevados, mas coloca na conta dos impostos, responsáveis diretos na hora de fechar o valor. O gourmet no Brasil são os impostos, que punem, segundo o empresário, os investidores, que são obrigados a repassar boa parte para os consumidores.



Fonte: www.turismoemfoco.com.br


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