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Além do sobrenome: saiba 3 desafios da sucessão familiar
Todos nós conhecemos alguma empresa familiar, isso se não trabalharmos dentro de uma. Estar na linha de sucessão é ter um futuro praticamente garantido, mas não um sinônimo de tarefa fácil. Filhos e netos de empresários costumam crescer cercados de pressão e, muitas vezes, dizer não ao negócio da família causa frustração aos pais e avós.

A pressão também assola aqueles que aceitam a sucessão. Afinal, além de ter sobrenome, a carreira cobra vocação e interesse. Confira a seguir os desafios a serem vencidos até a troca de cadeiras.

EXPERIÊNCIA
Na perspectiva da psicóloga e consultora do universo executivo, Vicky Bloch, as empresas familiares estão prezando mais pelo planejamento e profissionalismo do que antes. “Os jovens herdeiros têm sido estimulados, cada vez mais, a se prepararem adquirindo outras experiências fora do negócio da família”, observou.

Tais experiências são capazes de amadurecer o profissional e contribuir para a chegada de novas ideias na própria empresa. Isso acontece pois em um ambiente sem familiares, o sucessor consegue reconhecer habilidades e lidar melhor com feedbacks.

A aquisição de experiências fora do círculo familiar vem crescendo ao longo dos anos. Prova disso é o resultado do estudo divulgado recentemente pela consultoria PWC. Desenvolvida para mostrar o perfil da futura geração de líderes de empresas familiares, a pesquisa indica que 73% dos herdeiros que vivem no Brasil trabalharam fora da empresa da família antes de fazer parte dela.

QUALIFICAÇÃO E LEGITIMIDADE
Outro requisito básico para o sucessor é assumir o cargo na empresa da família apenas quando estiver devidamente qualificado. A consultora Juliette Johnson, citada na análise da PWC, afirma que filhos e netos devem ingressar na companhia com um papel definido e não com uma função inventada. Segundo ela, a legitimidade do cargo influenciará diretamente na gestão e na saúde da corporação.

A psicóloga Vicky Bloch lembrou ainda que a legitimidade é capaz de eliminar possíveis desconfianças da equipe. “Quantas vezes ouvimos histórias de herdeiros que se sentem solitários no ambiente de trabalho? Colegas deixam de chamá-lo para happy hours com receio de que ele fale mais do que deveria para os seus pais na hora do jantar. Ou, na outra ponta, resta sempre a dúvida se as relações estabelecidas são genuínas ou fruto de interesse”, relatou.

ENGAJAMENTO
Pais, netos e demais fundadores também tem deveres a assumir e tarefas para colocar em práticas durante o caminho para a sucessão. Planejamento, inclusive, precisa ser o guia do processo. A organização dos líderes somada a tranquilidade e dedicação dos herdeiros seria, enfim, a fórmula ideal para a troca de cadeiras.


Fonte:Panrotas


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