Cadastrar
Esqueci minha senha
Usuário: Senha:
Logar
Você pode utilizar nossa busca por palavra chave ou utilizar os critérios ao lado para obter uma listagem.

Buscar
Buscar
Selecione o Estado Categoria


GASTRONOMIAHOSPEDAGEMINFORMAÇÕES ÚTEIS
Selecione a Cidade Sub-Categoria


Destaques


Newsletter





Aniversário de Bagé, Rio Grande do Sul

Bagé é um município da Microrregião da Campanha Meridional, na Mesorregião do Sudoeste Rio-grandense, no estado do Rio Grande do Sul, no Brasil. Localiza-se próximo ao Rio Camaquã. Bagé tem 121 986 habitantes, de acordo com o censo do IBGE de 2016.

Não há certeza sobre a verdadeira etimologia do nome do município, mas a hipótese mais aceita é que venha da palavra charrua baj (ou baag), que significa cerro ou colina, haja vista a geografia da região. Outra hipótese é que o nome se refira a um líder indígena chamado Ibajé, que teria vivido na região no século XVIII

Sua economia é baseada na agricultura, pecuária e no comércio local. Possui duas universidades particulares: a Universidade da Região da Campanha e o Instituto de Desenvolvimento Educacional do Alto Uruguai/Anglo-Americano[8]; uma universidade federal, a Universidade Federal do Pampa; um instituto federal, o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense[9] e a Universidade Estadual do Rio Grande do Sul. É marcante no município, desde sua fundação, a presença do Exército, por ser cidade de fronteira: é sede da 3ª Brigada de Cavalaria Mecanizada e, atualmente, conta com quatro quartéis e um hospital militar, o HGuBa, (que atende toda a região), para além de uma unidade da Justiça Militar.

Bagé é conhecida pela Festa Internacional do Churrasco, a maior festa deste tipo no Brasil, por onde circulam cerca de 60 000 pessoas em quatro dias de duração. Paralelamente, acontece a festa campeira, que está em sua 3ª edição. Bagé é mormente conhecida pela Semana Crioula Internacional, que ocorre sempre no mês de abril, com grande competição de gineteadas. É sede, também, da exposição-feira rural mais antiga[10] do país, a Expo-feira de Bagé, que no ano de 2014 realizou a sua 102ª edição.

Promove também grandes leilões de cavalos da raça puro sangue inglês, sendo responsável por quase metade do plantel brasileiro, criados nos vários haras da região, os melhores do Brasil, segundo os especialistas. Acorrem a esses leilões turfistas brasileiros e principalmente estrangeiros, que levam os melhores produtos pagos a alto preço. Assim, Bagé é uma grande exportadora de cavalos de corrida, trazendo divisas para o Brasil.

História

Toda a região do pampa gaúcho, na qual está contido o atual município, era ocupada, até o século XVI, predominantemente pelos índios charruas[14].

A colonização europeia da região onde ora se encontra o município iniciou-se em fins do século XVII com portugueses e espanhóis. Uma das primeiras construções foi uma redução construída por jesuítas, chamada Santo André dos Guenoas, fundada como posto avançado de São Miguel, um dos Sete Povos das Missões. A incansável resistência de índios da região à catequização católica, notadamente tapes, minuanos e charruas, levou a um conflito que resultou na destruição do povoado.

A partir de então, a região serviu de palco para diversos conflitos entre europeus e nativos. Destaca-se o ocorrido em 1752, quando 600 índios charruas, comandados por Sepé Tiaraju, rechaçaram os enviados das coroas de Portugal e Espanha que, amparados no tratado de Madri, assinado dois anos antes, regulamentando os limites territoriais dos dois impérios na América do Sul, vieram para estabelecer as fronteiras.

Em 1773, dom Juan José de Vértiz y Salcedo, vice-rei de Buenos Aires, com 5 000 homens, saiu do Rio da Prata, atravessou o Uruguai e, chegando ao limite sul do Escudo Riograndense, lá construiu o Forte de Santa Tecla, que foi demolido e arrasado em dois combates e do qual ainda hoje restam ruínas.

Na área do município, o general Antônio de Souza Neto, em violento combate, conhecido como a Batalha do Seival, derrotou as forças legalistas e, no dia seguinte, proclamou a República Riograndense, no contexto da Guerra dos Farrapos. Na Revolução de 1893, quando os federalistas reagiram à ascensão dos republicanos, Gumercindo Saraiva voltou ao Rio Grande do Sul pelo rio Jaguarão e, no Passo do Salsinho, foi travado o primeiro combate. O município testemunhou combates das Traíras, o Cerco do Rio Negro e o Sítio de Bagé. No Rio Negro, 300 prisioneiros foram degolados, não sem antes terem direito a defesa verbal.


Transportes

Bagé é importante ponto de passagem para quem viaja do Brasil para o Uruguai por via terrestre. A cidade é ligada ao país vizinho por estrada (BR-153), ficando distante cerca de 60 quilômetros da fronteira entre Brasil e Uruguai e a 560 quilômetros da capital uruguaia.
Rodoviária de Bagé

A rodoviária da cidade oferece linhas para várias cidades do interior gaúcho, sendo oferecidos 10 horários diários com destino a Porto Alegre.

No transporte público urbano, a cidade conta com diversas linhas que ligam os bairros do município ao Centro. Os serviços são oferecidos pelas empresas: Anversa e Stadtbus.

No transporte aeroviário, Bagé possui o Aeroporto Internacional de Bagé - Comandante Gustavo Kraemer, que em 2001, foi habilitado a receber voos internacionais. Com isso, o Aeroporto de Bagé registrou um aumento considerável no número de operações a partir do Uruguai e da Argentina, envolvendo aeronaves que faziam sua entrada no país através de Uruguaiana ou Porto Alegre, as quais passaram a utilizar Bagé devido a sua posição geográfica, mais ao centro do estado.

O aeroporto, em breve, poderá operar voos comerciais regulares de passageiros. Atualmente recebe dois voos diários de serviços bancários, além de táxis aéreos e jatos executivos

Museus

Museu Dom Diogo de Souza - Situado na Rua Emilio Guilayn, 759 (Centro), o museu possui acervos particulares, de vultos históricos, objetos de época, armas antigas, bandeiras antigas, objetos utilizados nas guerras dentro do território gaúcho, hemeroteca, fototeca e biblioteca. De visitação permanente.
Ver artigo principal: Museu Dom Diogo de Souza (Bagé)
Museu da Gravura Brasileira - Fundado em 1977 o Museu da gravura Brasileira fica localizado na Rua Coronel Azambuja, 18 (Centro), o museu possui em seu acervo gravuras, fotografias, esculturas em bronze e cerâmica. A visitação é permanente, entretanto o museu recebe inúmeras exposições temporárias durante o ano, de artistas do Brasil e do exterior.
Ver artigo principal: Museu da Gravura Brasileira
Centro Histórico Vila de Santa Thereza - Em torno da charqueada de Santa Thereza, fundada por Antônio de Ribeiro Magalhâes, em 1897 surgiu a “Vila de Santa Thereza”. A Capela de Santa Thereza foi restaurada e todo o local foi transformado em complexo histórico e cultural, e desde 2009 está aberto à visitação.
Museu Patrício Correia da Câmara - Localizado junto às fundações do Forte de Santa Tecla, o museu expunha grande variedade de material, encontrado nas escavações arqueológicas executadas na área dessa fortificação espanhola, mas hoje se encontra fechado e não posui mais seu acervo. Dispõe ainda de exposições de diversos objetos que fazem parte da história do gaúcho da região da fronteira. Entre os objetos expostos, muitos são de origem bélica, resultantes das batalhas ali realizadas. O acesso é pela BR-423, com exposição permanente

Manifestações Culturais

Os quatro de Bagé - Quatro artistas plásticos de Bagé (Glauco Rodrigues, Carlos Scliar, Glênio Bianchetti e Danúbio Gonçalves), mais alguns outros artistas (entre eles escritores) que faziam parte do grupo, que já nos anos 1960 e 1970 produziram obras que ficaram conhecidas nacionalmente. Também foram responsáveis pela criação do Museu da Gravura Brasileira, em 1977, em Bagé.

Estes artistas plásticos ficaram conhecidos como “Os quatro de Bagé”.

Coral Auxiliadora - O coral da Igreja Nossa Senhora Auxiliadora foi fundado em 1941. Desde então, o coral participa de vários eventos e celebrações da cidade. A atual maestrina é Gilca Nocchi Collares, que está na função desde 1973.
Festival Internacional Música no Pampa - FIMP- Evento anual que acontece na última semana de Julho. Traz artistas e professores internacionais, reunindo alunos de três continentes. Concertos noturnos diários são abertos gratuitamente ao grande público em superlotação nos teatros. O evento é promovido pela Prefeitura da cidade de Bagé e tem como Diretor Artístico o Maestro Jean Reis e Diretor Pedagógico Dr. Marcos Machado.
Canto Sem Fronteira - festival de música regional realizado desde o ano de 2003. O evento valoriza a arte e a cultura, promove a fronteira Sul e o Rio Grande do Sul, difundindo costumes da campanha, mantendo viva a identidade do gaúcho, proporcionando a divulgação da sua história, suas características, acionando a preservação das tradições Riograndenses através da música, solidificando e fortalecendo a cultura popular brasileira.
Festival de Cinema da Fronteira - Criado em 2009, primeiramente como uma mostra de filmes, com o objetivo de estimular a produção audiovisual na região e resgatar a relação do cinema com a cidade. O projeto procura envolver toda a comunidade na realização e organização do festival.
Núcleo de Pesquisas Históricas Tarcísio Taborda - O Núcleo é uma instituição pública sem fins lucrativos constituída em 4 de maio de 1995, idealizada por um grupo de pessoas ligadas ao estudo da história. Destina-se a desenvolver, pesquisar, identificar, divulgar, defender,documentar, estudar e preservar o patrimônio histórico e cultural de Bagé. É o núcleo de pesquisas históricas de Bagé - RS e seu nome é em homenagem ao historiador Tarcísio Taborda.


Fonte: Wikipédia


Selos

Turismo Agora - informações turisticas pelo fone: (53) 3228-3819.
Tire suas dúvidas rapidamente com nosso atendimento online 24 horas por dia.

Termos e condições de uso

Copyright © 2008 TRACKDATA